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Histórico

fachada etecsiA história da Etec de Santa Isabel inicia-se com a implantação de salas descentralizadas no município e a sua criação como escola deu-se através do Decreto 55224/09 no dia 22 do mês de dezembro de 2009, quando foi denominada como Escola Técnica de Santa Isabel tornando-se uma unidade de ensino do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza - CEETEPS.

Recém-formada mas com crescimento em ritmo acelerado a Etec Santa Isabel é atuante na disseminação de conhecimento e formação profissional com o objetivo dar aos jovens maiores oportunidades de aprendizado e colocação no mercado de trabalho.
Por meio das competências, habilidades e bases tecnológicas forma profissionais, descobre talentos e desperta a cidadania, colaborando diretamente para a formação do seu espírito empreendedor e relacionamento humano.



Para garantir a abertura de novos horizontes para estes cidadãos, a Etec se mantém com recursos de contribuições, parcerias e convênios com instituições públicas, empresas e comunidade.

Características Regionais


vista sta isabelSanta Isabel, cujo nome foi dado em homenagem à Rainha de Portugal, teve sua origem a partir de 1770, sendo formada indiretamente pela corrida do ouro. Com as primeiras descobertas de jazidas auríferas, por volta de 1710 e sendo o valeparaibano um dos maiores aliados do império, houve uma grande migração para as Minas em busca do ouro, ocasionando o aparecimento de cidades.

Em 1720, ocorreu a Revolta de Vila Rica? tornando-se mais difícil a vida nas vilas de mineração; e com o esgotamento das minas e consequente retorno a região de origem, esse pessoal espalhou-se pelo Vale do Paraíba, ao sabor de seus recursos e conveniências, dando prosseguimento a promissora cultura do café, principal fonte de recursos do Império Brasileiro, que se agrupava em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro e que teve no Vale do Paraíba seu feliz precursor, marcando o início do retorno dos valeparaibanos.

Preocupados com as dificuldades de transporte entre a Capital do Império (Rio de Janeiro) e a emergente mas já importante província de São Paulo, o governo do Império houve por bem construir povoações ao longo da rota, facilitando os recursos, como mantimentos, pouso e troca de animais das caravanas em trânsito.

O Vale do Paraíba nessa época foi um dos maiores auxiliares para o Império e, nesse meio tempo, houve o desenvolvimento da cafeicultura, principal produto do Reino, cujo introdutor foi Francisco de Mello Palheta.
Foi nesse momento que a história de Santa Isabel se iniciou: existia próximo à cidade de Jacareí uma fazenda, a Morro Grande, a qual abrangia uma área grande, concentrando-se nessa fazenda um pequeno número de índios e escravos que instalados no local, formaram um povoado.
Esse povoado incipiente ganhou vida nova com a chegada de algumas famílias valeparaibanos, que, de retorno das minas, ali se instalam, dando início a um pequeno posto de entre-trocas comerciais.

Por determinação do Império, o Município de Mogi das Cruzes, passou a ter responsabilidade de administrar alguns povoados que ao seu redor se espalhavam, o que resultou na inclusão da Fazenda Morro Grande, não obstante sua equidistância com o município de Jacareí.

O pequeno povoado seguiu tranquilamente sua existência e aos poucos foi crescendo, com novas famílias que ali se estabeleceram, por causa do comércio e pelo desenvolvimento trazido com a abertura de estradas, que serviam como opção para os que do Vale do Paraíba iam para São Paulo.

Assim se passa aproximadamente um século, com o povoado crescendo e ganhando aspecto de vida. A Fazenda Morro Grande, possuidora de uma vasta área, desmembrou-se em muitas outras e a população cresceu geometricamente, na medida em que as gerações se sucediam, tendo na pecuária e na agricultura a sua principal fonte.

 

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